segunda-feira, 8 de agosto de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Para onde caminha a humanidade...
10:51 (17 minutos atrás)
Tempos modernos, para onde caminha a humanidade
É triste descobrir que estamos nos tornando pessoas “sem”.
Sem valores, sem ética, sem moral, sem caráter. A sociedade está nos transformando em pessoas sem rumo e sem noção. Dependemos da opinião dos outros para formar a nossa personalidade, e se por infelicidade “os outros”, acharem que devemos ser parasitas dependentes do sistema, pode ficar certo, nós seremos.
Em nossa sociedade puramente de consumo e imediatista, onde valores éticos e cristãos são considerados ultrapassados e obsoletos, onde o “tudo pode”, “tudo é permitido”, onde não há limites e as leis asseguram o direito de ser irresponsável, estamos caminhando para onde?
Não estou defendendo quem comete crime, mas, se roubo é roubo... Por que o batedor de carteira fica preso e o individuo que desviou milhões dos cofres públicos não? Ou o que é pior, por que o pai desesperado, que subtrai latas de leite do supermercado para alimentar o filho, é punido com mais severidade, que o irresponsável e bêbado ao volante atropela e mata dez pessoas em uma parada de ônibus.
O amigo e colaborador José Maria Barbosa, enviou-me um e-mail que pode ser o “elo perdido” na resposta para tanta insanidade:
1959 x 2010
1. João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
a. Em 1959: Seria mandado à sala da diretoria, ficaria esperando uma hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranqüilo à classe.
b. Em 2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Transforma-se num Zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
2. Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
a. Em 1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no trazeiro na frente de todas as pessoas. Luis doravante pensaria duas vezes antes de fazer nova besteira, cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
b. Em 2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a cinco anos de reclusão e, por quinze anos deve abster-se de ver o filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinqüi e vai para um presídio especial para adolescentes.
3. José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo.
a. Em 1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
b. Em 2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida.
Agora que já descobrimos o “elo perdido” e como “ainda” (!?) não criaram uma lei impedindo você de pensar, reflita um pouco e responda:
“Tempos modernos, para onde caminha a humanidade?”
33catolico – Ricardo Feitosa
Tempos modernos, para onde caminha a humanidade
É triste descobrir que estamos nos tornando pessoas “sem”.
Sem valores, sem ética, sem moral, sem caráter. A sociedade está nos transformando em pessoas sem rumo e sem noção. Dependemos da opinião dos outros para formar a nossa personalidade, e se por infelicidade “os outros”, acharem que devemos ser parasitas dependentes do sistema, pode ficar certo, nós seremos.
Em nossa sociedade puramente de consumo e imediatista, onde valores éticos e cristãos são considerados ultrapassados e obsoletos, onde o “tudo pode”, “tudo é permitido”, onde não há limites e as leis asseguram o direito de ser irresponsável, estamos caminhando para onde?
Não estou defendendo quem comete crime, mas, se roubo é roubo... Por que o batedor de carteira fica preso e o individuo que desviou milhões dos cofres públicos não? Ou o que é pior, por que o pai desesperado, que subtrai latas de leite do supermercado para alimentar o filho, é punido com mais severidade, que o irresponsável e bêbado ao volante atropela e mata dez pessoas em uma parada de ônibus.
O amigo e colaborador José Maria Barbosa, enviou-me um e-mail que pode ser o “elo perdido” na resposta para tanta insanidade:
1959 x 2010
1. João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
a. Em 1959: Seria mandado à sala da diretoria, ficaria esperando uma hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranqüilo à classe.
b. Em 2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Transforma-se num Zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
2. Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
a. Em 1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no trazeiro na frente de todas as pessoas. Luis doravante pensaria duas vezes antes de fazer nova besteira, cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
b. Em 2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a cinco anos de reclusão e, por quinze anos deve abster-se de ver o filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinqüi e vai para um presídio especial para adolescentes.
3. José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo.
a. Em 1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
b. Em 2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida.
Agora que já descobrimos o “elo perdido” e como “ainda” (!?) não criaram uma lei impedindo você de pensar, reflita um pouco e responda:
“Tempos modernos, para onde caminha a humanidade?”
33catolico – Ricardo Feitosa
quarta-feira, 13 de abril de 2011
DESVALORIZAÇÃO DA VIDA
Tem momentos que as palavras se calam
Dando lugar ao silêncio, e as lágrimas falam
Ao ver tanta maldade existente no coração
Incapaz de valorizar o mínimo, a vida do irmão.
O atentado a vida se dá de tantas formas
Pela ignorância, ganância, arrogância, prepotência...
Uma desconsideração total a vida alheia.
Pela busca do poder, da riqueza não se mede conseqüências.
Mata-se a vida no ventre,
Mata-se promovendo a miséria.
Mata-se a dignidade do homem pelo preconceito
Mata-se em nome da Fé, em nome da ética.
Em discursos retóricos onde se prega a vida
Da-se a liberdade, como contrapartida, a violência
E o Ser preso em seu egoísmo e sem consciência
Aplaude, seguindo alegre ao seu matadouro.
Ataíde Lemos
Tem momentos que as palavras se calam
Dando lugar ao silêncio, e as lágrimas falam
Ao ver tanta maldade existente no coração
Incapaz de valorizar o mínimo, a vida do irmão.
O atentado a vida se dá de tantas formas
Pela ignorância, ganância, arrogância, prepotência...
Uma desconsideração total a vida alheia.
Pela busca do poder, da riqueza não se mede conseqüências.
Mata-se a vida no ventre,
Mata-se promovendo a miséria.
Mata-se a dignidade do homem pelo preconceito
Mata-se em nome da Fé, em nome da ética.
Em discursos retóricos onde se prega a vida
Da-se a liberdade, como contrapartida, a violência
E o Ser preso em seu egoísmo e sem consciência
Aplaude, seguindo alegre ao seu matadouro.
Ataíde Lemos
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
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